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	<title>Esther Weitzman Companhia de Dança &#187; pinzon17</title>
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		<title>Peter Mark</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Sep 2014 22:26:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pinzon17]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Bailarinos]]></category>

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		<description><![CDATA[Ator, curso de bacharelado pela UCAM- 2014 .  Bailarino da Esther Weitzman Companhia de Dança desde 2011. O Tempo Do Meio &#8211; Esther Weitzman Companhia de dança - (Temporada SESC Copacabana/Centro Coreográfico- Rio/Festival de Inverno SESC 2012). Malhação temporada 2009, Rede Globo, Brasil  (2008-2009). O Homem Que Sabia Javanes (Rio) (2009 Teatro IBAM). Comerciais: • CLARO [&#038;hellip]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><img class="alignleft size-full wp-image-2179" src="http://www.estherweitzman.com/wp-content/uploads/pm22.jpg" alt="pm2" /><strong>Ator, curso de bacharelado pela UCAM- 2014 . </strong></p>
<p class="p1"><strong>Bailarino da Esther Weitzman Companhia de Dança desde 2011.</strong></p>
<p><strong>O Tempo Do Meio</strong> &#8211; Esther Weitzman Companhia de dança - (Temporada SESC Copacabana/Centro Coreográfico- Rio/Festival de Inverno SESC 2012).</p>
<p><strong>Malhação</strong> temporada 2009, Rede Globo, Brasil  (2008-2009).<br />
O Homem Que Sabia Javanes (Rio) (2009 Teatro IBAM).<strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Comerciais:</strong></p>
<p>• CLARO (2011), Lojas Pompeiaa (2012), CCAA (2011) &#8220;The English you know&#8221;.</p>
<p><strong>Assistente de Direção</strong>, &#8220;Um Dia De Cao&#8221;, Celina Sodre, CAL, 2011.</p>
<p><strong>Preparação Corporal/ Workshops/ Dança:</strong></p>
<p class="p1">• Curso de expressão corporal com Ana Kfouri (3 meses).<br />
• Curso de interpretação com Andrea Cavalcante (3 meses).<br />
• Curso de voz/fonoaudiólogo com Leila Mendes (3 meses).<br />
• Curso de Teatro Grego/ Físico com Urban Dolls (inglaterra) (1 semana).<br />
• Workshop Ecology Theatre com Jairo Cuesta/ James Slowiak (Discípulo direto do Grotowski por 23 anos- Teatro das Fontes) (1 mês).<br />
• Workshop de Andreas Simma (Theatre-du-Soleil) (3 dias).</p>
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		<title>Marcelo Lopes</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Sep 2014 18:03:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pinzon17]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Bailarinos]]></category>

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		<description><![CDATA[Bailarino e Professor Esther Weitzman Companhia de Dança: • Espetáculo &#8220;O TEMPO  do MEIO &#8221; (2013- 2014) e  &#8220;TERRITÓRIOS&#8221; (2006-2007) CIA. DE DANÇA CENTRO DE DANÇA RIO: • Direção Mariza Estrella- 1984  -  Participou das montagens: “GISELLE” e “PINTASSILGO”. CIA. DE DANÇA VICTOR NAVARRO: • Direção Victor Navarro- 1985/1990 Tendo dançado “PAIXÃO”, “ERA UMA VEZ” e [&#038;hellip]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-2220" src="http://www.estherweitzman.com/wp-content/uploads/ML12.jpg" alt="ML1" /></strong></p>
<p class="p1"><strong>Bailarino e Professor</strong></p>
<p class="p1"><strong>Esther Weitzman Companhia de Dança:</strong></p>
<p class="p1">• Espetáculo &#8220;O TEMPO  do MEIO &#8221; (2013- 2014) e  &#8220;TERRITÓRIOS&#8221; (2006-2007)</p>
<p class="p1"><strong>CIA. DE DANÇA CENTRO DE DANÇA RIO:</strong></p>
<p class="p1">• Direção Mariza Estrella- 1984  -  Participou das montagens: “GISELLE” e “PINTASSILGO”.</p>
<p class="p1"><strong>CIA. DE DANÇA VICTOR NAVARRO:</strong></p>
<p class="p1">• Direção Victor Navarro- 1985/1990</p>
<p class="p1">Tendo dançado “PAIXÃO”, “ERA UMA VEZ” e “ANDA LUCIA” Espetáculo do  Carlton Dance Festival de 1990.</p>
<p class="p1">• MONGHO CIA. DE DANÇA- Direção de André Vidal e Priscilla Teixeira- 1993 -  Participou da montagem e estréia  “VENENO” no Teatro Amazonas.</p>
<p class="p1">• CIA. DE DANÇA DEBORAH COLKER- Direção Deborah Colker- de 1994 até 2004 &#8211; Participou das montagens de VULCÃO, VELOX, MIX, ROTA, CASA e 4 POR 4.</p>
<p class="p1">
<p class="p1">Em 2002, passa a exercer as funções de assistente de coreografia, assistente de produção e professor, ministrando aulas de dança contemporânea e ballet clássico, onde permanece até julho de 2004. Tendo dançado por todo o Brasil e nas principais capitais do mundo como: Londres, Nova Iorque, Washington, Amsterdam, Lisboa, Hamburgo, Hannover, Weimar, Hong Kong, Macau, Wellington, Madri, Lyon, Paris, Buenos Aires, Bogotá, Manizales, Galway, Cingapura, entre outros. Participou também da Abertura dos jogos Pan-Americanos  RIO-2007.</p>
<p class="p1">COORDENADOR E ENSAIADOR DO PROJETO SOCIAL CENTRO DE MOVIMENTO DEBORAH COLKER ANO DE 2009 e 2010. Dirigiu a participação do Projeto Social na  BIENAL DE LYON – FRANÇA – Direção Guy Darmet.</p>
<p class="p1">PROFESSOR DE DANÇA CONTEMPORÂNEA:</p>
<p class="p1"><strong>Àreas de Atuação:</strong> Aula, Workshop e Oficina.</p>
<p class="p1">
<p class="p1"><strong>PROJETO SOCIAL:</strong></p>
<p class="p1">• Projeto Social-Pem- Programa de Educação Pelo Movimento &#8211; Direção Sylvio Dufrayer –( Cidade De Deus) Rj.</p>
<p class="p1">• Projeto Social &#8211; Dançando Para Não Dançar- Direção Tereza Aguilar- Rj.</p>
<p class="p1">• Projeto social Centro de Movimento Deborah Colker.</p>
<p class="p1">• Projeto social ECER – Espaço cultural Era do Rádio em Sepetiba – RJ.</p>
<p class="p1">
<p class="p1"><strong>TRABALHOS COREOGRÁFICOS:</strong></p>
<p class="p1">• “SAUDADE”- FINALISTA MOSTRA DE NOVOS COREÓGRAFOS EM 1988</p>
<p class="p1">• “IRA”- CIA. DE DANÇA RIO-2000.</p>
<p class="p1">• “INCORPÓREO”-CIA DE DANÇA ARTE EM MOVIMENTO- 2005.</p>
<p class="p1">• “KIZOMBA”- PROJETO DANÇANDO PARA NÃO DANÇAR &#8211; 2005.</p>
<p class="p1">• “UMA NOITE NO RIO ANTIGO”- EVENTO NOKIA- CASA DA MÃE JOANA-LAPA-RJ- 2005.</p>
<p class="p1">• “LET’S CONVERGE IN RIO”- EVENTO NOKIA &#8211; HOTEL CEAZAR PARK- RJ- 2206.</p>
<p class="p1">• “NOKIA/SIEMENS”- HOTEL WINDSOR-RJ- 2007.</p>
<p class="p1">
<p class="p1">ESCOLAS DE SAMBA &#8211; COMISSÃO DE FRENTE:</p>
<p class="p1">PARTICIPOU  COMO  ELENCO: UNIÃO DA ILHA (1989),</p>
<p class="p1">MANGUEIRA (1995 E 1996),</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Vandré Vitorino</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2014 21:02:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pinzon17]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Bailarinos]]></category>

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		<description><![CDATA[Bailarino contemporâneo, pesquisador de contato improvisação, instrutor de pilates e estudioso sobre o estado de presença, o Ser e a meditação. Formado pela Escola Técnica de Dança Contemporânea Angel Vianna e Pós-Graduado em Terapia através do movimento pela Faculdade Angel Vianna, integra atualmente, a Cia  Esther Weitzman como criador-interprete do espetáculo “O tempo do meio”. [&#038;hellip]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h1 class="p1"></h1>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2200" src="http://www.estherweitzman.com/wp-content/uploads/vs2.jpg" alt="vs" />Bailarino contemporâneo, pesquisador de contato improvisação, instrutor de pilates e estudioso sobre o estado de presença, o Ser e a meditação. Formado pela Escola Técnica de Dança Contemporânea Angel Vianna e Pós-Graduado em Terapia através do movimento pela Faculdade Angel Vianna, integra atualmente, a Cia  Esther Weitzman como criador-interprete do espetáculo “O tempo do meio”.</p>
<p>Como professor e pesquisador,  participa desde 2013 do grupo ECOAR no projeto de Expansão do Movimento a fim de disseminar o Contato Improvisação.  Desenvolveu parceria com Soraya Jorge, pesquisadora do movimento e introdutora do Movimento Autêntico no Brasil, apresentando-se no Festival de Contato Improvisação do Rio de Janeiro em 2009 e 2010.</p>
<p>Entre 2008 e 2011, foi bailarino da Pulsar Cia de Dança e participou do Colaboratório , programa de residência artística do Festival Internacional Panorama de Dança levando à cena diversos trabalhos apresentados em festivais de Dança pelo Brasil e através do circuito Sesc Rio de Janeiro. Aliado a essas investigações e trabalhos, aprofunda-se em estudos budistas e hinduístas e no despertar  do seu eu Verdadeiro.</p>
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		<title>Jogo de Damas</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Aug 2014 21:44:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pinzon17]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Produções]]></category>

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		<description><![CDATA[Se os afetos movem um coreógrafo, perpassam as suas obras. A conhecida alegria da coreógrafa e pesquisadora Esther Weitzman faz da estreia de Jogo de Damas, um motivo de comemoração da dança carioca. Às vésperas de completar 14 anos de existência e de trabalho continuado na ciddae do Rio de Janeiro, a Esther Weitzman Companhia [&#038;hellip]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<a href='http://www.estherweitzman.com/jogo-de-damas/jogo-de-damas-2015-renato-mangolin-7/'><img width="620" height="350" src="http://www.estherweitzman.com/wp-content/uploads/JOGO-DE-DAMAS-2015-©-Renato-Mangolin-7-620x350.jpg" class="attachment-featured-image" alt="JOGO DE DAMAS 2015 © Renato Mangolin (7)" /></a>
<a href='http://www.estherweitzman.com/jogo-de-damas/damas-gamboa/'><img width="620" height="350" src="http://www.estherweitzman.com/wp-content/uploads/damas-gamboa-620x350.jpg" class="attachment-featured-image" alt="damas gamboa" /></a>
<a href='http://www.estherweitzman.com/jogo-de-damas/damas-gamboa-2/'><img width="620" height="350" src="http://www.estherweitzman.com/wp-content/uploads/damas-gamboa-2-620x350.jpg" class="attachment-featured-image" alt="damas gamboa 2" /></a>

<p class="p1">Se os afetos movem um coreógrafo, perpassam as suas obras. A conhecida alegria da coreógrafa e pesquisadora Esther Weitzman faz da estreia de Jogo de Damas, um motivo de comemoração da dança carioca. Às vésperas de completar 14 anos de existência e de trabalho continuado na ciddae do Rio de Janeiro, a Esther Weitzman Companhia de Dança chancela a criação desta nova obra, seguindo o investimento de ladear os seus integrantes com intérpretes especialmente convidados. Cada nome, uma singularidade entendida como  princípio e fim do dançar &#8211; compromisso ético aprendido de sua mestra Angel Vianna, cuja herança a coreógrafa exerce diariamente nos seus 25 anos de atividade como educadora do movimento.</p>
<p class="p1">Em Jogo de Damas, esse aspecto torna-se especialmente significativo na medida do interesse de Weitzman em investir na experiência dançante como elenco constitutivo da fatura coreográfica. Experiência, no caso, diz do presente e do passado das bailarinas que compõem o elenco. intérpretes, todas mulheres, dentre elas Camila Fersi, Giselda Fernandes, Gisele Alvim, Manuela Weitzman, Monnica Emilio, Patricia Riess, Renata Maciel e Roberta Repetto, perfazem entre si o duplo sentido que nome ao espetáculo.</p>
<p class="p1">A escolha pela convivência no palco de várias faixas etárias é a chave do sentido da dança da obra. A coreografia é uma cena porque a dança tornou-se jogo, a ponto de extrair expressividade da  vivência do movimento. Este traço marca a poética de Weitzman pautada por consistente e longeva pesquisa desenvolvida no diálogo entre a dança e o silêncio, responsável pela criação de intensas paisagens físicas em seus trabalhos.</p>
<p class="p1">Jogo de Damas promete o Lúdico e o poético ao público iniciado e não iniciado no s jogos da dança contemporânea, investindo no quanto as variadas intensidades afetivas geradas na atualidade do jogo atuam na corporeidade dançante a ponto de transformá-la continuamente no atrito da experiência. Possibilidade de atar o laço entre palco e plateia que, uma vez dentro da casa teatral, são também tornados participantes entre si de um ato de jogar</p>
<p class="p1"><strong>Thereza Rocha</strong></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/rPOYfrsv_Vo" width="620" height="349" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="p1">Ficha Técnica</h3>
<p><strong>Concepção/coreografia/direção</strong> Esther Weitzman</p>
<p class="p1"><strong>Bailarinas/Criadoras </strong>Camila Fersi /Giselda Fernandes/ Gisele Alvim /Manuela Weitzman/  Mônnica Emilio/ Patricia Riess / Renata Maciel /Roberta Repetto</p>
<p class="p1"><strong>Bailarinas participantes da criação</strong> Claudia Horta/ Mariana Souza/ Thamiris Carvalho</p>
<p class="p3"><strong>Bailarinas estagiárias</strong> Emeline Abib e Maria Noujaim<span class="s1"> </span></p>
<p class="p1"><strong>Ensaiadora </strong>Miriam Weitzman</p>
<p class="p1"><strong><span class="s1"> </span>Desenho de luz </strong> José Geraldo Furtado</p>
<p class="p1"><strong>Projeto Gráfico </strong> Flavio Pereira</p>
<p class="p1"><strong>Figurino </strong>Gerah Diaz e André Camacho</p>
<p class="p2"><strong>Fotos </strong>Renato Mangolin</p>
<p class="p1"><strong>Assessoria de imprensa </strong>Claudia Oliveira</p>
<p class="p1"><strong>Professores da Companhia</strong> Esther Weitzman (Dança Contemporânea), Alexandre Bhering (Mat Pilates), Miriam Weitzman (Técnica Alexander)</p>
<p class="p1"><strong>Professores das Oficinas</strong> Carolina Pedalino , Denise Stutz</p>
<p class="p1"><strong>Professores convidados</strong> Toni Rodrigues , Paulo Marques e Guto Macedo</p>
<p class="p1"><strong>Redação de textos </strong>Thereza Rocha</p>
<p class="p1"><strong>Tradução</strong> André Bern</p>
<p class="p1"><strong>Operação de luz  </strong>Raphael Cassou</p>
<p class="p1"><strong>Vídeo maker </strong>Gustavo Gelmini</p>
<p class="p1"><strong>Direção de produção  </strong>Sabrine Muller</p>
<p class="p1"><strong>Produção </strong>Abraço Produções</p>
<p class="p1"><strong>Realização</strong> Esther Weitzman Companhia de Dança</p>
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		<title>Crítica publicada no Jornal O Globo</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Aug 2014 20:01:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pinzon17]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Jogo de Damas Crítica publicada no Segundo Caderno do Jornal O Globo. Clique na imagem para ler o artigo]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h1>Jogo de Damas</h1>
<p><a href="http://www.estherweitzman.com/wp-content/uploads/jogodedamas1.jpg"><img src="http://www.estherweitzman.com/wp-content/uploads/jogodedamas1-150x150.jpg" alt="jogodedamas1" class="alignleft wp-image-895 size-thumbnail" width="150" height="150" /></a>Crítica publicada no Segundo Caderno do Jornal O Globo. <strong>Clique na imagem para ler o artigo.</strong></p>
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		<title>Crítica publicada no Jornal O Globo</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Sep 2012 20:19:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pinzon17]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[O Tempo do Meio  Crítica publica no Jornal O Globo. Clique na imagem para ler a matéria]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h1>O Tempo do Meio</h1>
<p><a href="http://www.estherweitzman.com/wp-content/uploads/tempodomeio1.jpg"></a> <br /><a href="http://www.estherweitzman.com/wp-content/uploads/tempodomeio-paginas.jpg"><img src="http://www.estherweitzman.com/wp-content/uploads/tempodomeio-paginas.jpg" alt="tempodomeio-paginas" class="alignleft size-full wp-image-951" /></a>Crítica publica no Jornal O Globo. <strong>Clique na imagem para ler a matéria.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Crítica publicada no Jornal O Globo</title>
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		<pubDate>Sun, 17 May 2009 19:34:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pinzon17]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[O Que Imagino Sobre a Morte Crítica publicada no Jornal O Globo, Segundo Caderno, 17/05/2009 “Em geral fortemente apoiada na música que se constrói do ritmo corporal, no sincrônico e no coletivo, a maior parte deste trabalho se estrutura em solos e em breves encontros entre os intérpretes. Numa primeira leitura, a presença de três [&#038;hellip]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h1 class="p1"><b>O Que Imagino Sobre a Morte</b></h1>
<p><strong>Crítica publicada no Jornal O Globo, Segundo Caderno, 17/05/2009</strong></p>
<p>“Em geral fortemente apoiada na música que se constrói do ritmo corporal, no sincrônico e no coletivo, a maior parte deste trabalho se estrutura em solos e em breves encontros entre os intérpretes. Numa primeira leitura, a presença de três intérpretes maduros coloca a questão das mudanças do tempo no próprio corpo que dança, impondo novos limites e qualidades. A densidade da presença de Paulo Marques assim como a tranqüilidade de Toni Rodrigues e de Esther Weitzman no palco são fruto da experiência. Velocidade e agilidade cedem lugar a uma dança econômica, apoiada quase o todo em pequenos gestos e expressões. 
<p class="p1">O duo da coreógrafa com Toni Rodrigues é um dos bonitos momentos da peça. A repetição de uma dança de casal, que ganha variações a cada vez, vai construindo a sensação de transformação e evidencia as lacunas que o tempo imprime na relação.</p>
<p><strong>Silvia Soter </strong></p>
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		<title>Crítica publicada no Jornal do Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Aug 2006 19:44:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pinzon17]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.estherweitzman.com/?p=857</guid>
		<description><![CDATA[Territórios Crítica publicada no Jornal do Brasil &#8211; 11/08/2006 Territórios abertos para a expressão masculina. Oito bailarino. Oito homens. Oito territórios diferentes. É assim que a cena se constrói no novo trabalho da coreógrafa Esther Weitzman, Territórios, que cumpriu recente temporada no Teatro Nelson Rodrigues e no Espaço Cultural Sérgio Porto e agora está em [&#038;hellip]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h1 class="p1"><b>Territórios</b></h1>
<p class="p2"><strong>Crítica publicada no Jornal do Brasil &#8211; 11/08/2006</strong></p>
<p>Territórios abertos para a expressão masculina.</p>
<p class="p2">Oito bailarino. Oito homens. Oito territórios diferentes. É assim que a cena se constrói no novo trabalho da coreógrafa Esther Weitzman, Territórios, que cumpriu recente temporada no Teatro Nelson Rodrigues e no Espaço Cultural Sérgio Porto e agora está em cartaz no Centro Coreográfico. Uma dança estritamente masculina e ao mesmo tempo absolutamente contemporânea cria a oportunidade de se observar como o vigor do vocabulário de Esther encontra paradeiro seguro naqueles corpos.</p>
<p class="p2">Os bailarinos, especialmente convidados para esse trabalho, aceitaram o desafio de estarem juntos no palco, mas nunca construindo um corpo só, como o de baile, do balé, com o qual estamos acostumados. São corpos com histórias diversas, com musculaturas e qualidades cinéticas tão singulares que se ofertam como mapas de dança sempre plurais. Toda essa palheta de possibilidades físicas foi inteligentemente pensada pela coreógrafa, que administra maturidades (e, por isso, competências) diversas através do uso de uma idéia de tradição.</p>
<p class="p2">Isso pode ser visto logo no início, quando a brincadeira Escravis de Jó é trazida à cena. O sentido de responsabilidade para que o jogo dê certo, a partir de uma contribuição individual que aponta para o coletivo, já traça o rumo do espetáculo no caminho dessa tradição. As referências às danças de origem judaica, matéria-prima que vem sendo burilada por Esther desde Terras, seu espetáculo de 1999, ganham a dimensão do corpo masculino, fincando ainda mais o pé nesse sentido de tradição. Uma tradição de hoje, pulverizada, diversa, globalizada. Uma tradição contemporânea.</p>
<p class="p2">E disso resultam momentos muito especiais, como os que oferecem o privilégio de poder ver dançar um experiente Alexandre Franco, bailarino e coreógrafo que possui todo um pensamento de dança estruturado, ao lado do jovem, e excelente, Felipe Padilha. Dois lugares tão repletos de singularidades estão ali desvelados. Ou mesmo quando se pode ver a maturidade com que os bailarinos Marcellus Ferreira e Marcelo Lopes doam à cena sua parcela de história, de modo tão generoso.</p>
<p class="p2">Os territórios que se desvendam através da coreografia de Esther Weitzman estão ali ao mesmo tempo em estado bruto e em estado de prontidão. Os movimentos percussivos, os silêncios e as danças em conjunto, elementos que se tornaram sua marca, ganharam agora uma tradução vigorosa de corpos masculinos. E fomentam ainda mais a esperança de que esses territórios, sem perder sua tradição e sua história, um dia possam mesmo dividir um mesmo espaço. É disso que essa dança fala.</p>
<p><strong>Roberto Pereira </strong></p>
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		<title>Crítica publicada no site JB Online</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Jun 2005 19:46:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Minha Parte  Crítica publicada no site JB Online &#8211; 4/6/2005 Poético e orgânico &#8216;Por minha parte&#8217; envolve a platéia. A cor ocre que permeia a mais nova obra da coreógrafa carioca Esther Weitzman, Por minha parte, que estreou quinta-feira no Espaço Sesc, parece ser a senha para que se adentre no universo coreográfico que [&#038;hellip]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h1 class="p1"><b>Por Minha Parte</b></h1>
<p class="p2"><strong> Crítica publicada no site JB Online &#8211; 4/6/2005</strong></p>
<p>Poético e orgânico &#8216;Por minha parte&#8217; envolve a platéia.</p>
<p class="p2">A cor ocre que permeia a mais nova obra da coreógrafa carioca Esther Weitzman, Por minha parte, que estreou quinta-feira no Espaço Sesc, parece ser a senha para que se adentre no universo coreográfico que ali se organiza. Uma das mais fortes características da assinatura de Esther sempre foi a relação quase orgânica com o solo, acentuando poeticamente o peso dos corpos de seus bailarinos. Nesta obra, esse solo todo ocre é desvelado na inspiração da coreógrafa, a região Norte do Brasil, traduzida no cenário, no figurino e sobretudo no próprio movimento.</p>
<p class="p2">Nesse sentido, chama atenção a ambiência construída no mezanino do Espaço Sesc, sobretudo o piso rústico, de madeira, que, além de registrar rastros de suor dos bailarinos, ainda os encarde ao longo do espetáculo. Como a disposição das arquibancadas é em círculo e muito próxima, as manchas que vão se formando ali parecem misturar organicamente o público à dança, aproximados também com a delicadeza dos cochichos e dos abraços dos bailarinos. Uma intimidade e uma cumplicidade se arranjam num mesmo terreno, entre quem dança e quem assiste. Também o figurino, assinado por Gerah Diaz, permite que o ocre e o solo se traduzam em tecidos, também rústicos, como o algodão, mas sempre exatos em sua elegância de cores e texturas.</p>
<p class="p2">Mas é no movimento e em sua qualidade que Por minha parte se distingue. Existem lá continuidades da pesquisa a qual Esther Weitzman vem se dedicando, como sua relação com o peso, com o corpo que se move, deixando que o som desse mover seja matéria bruta a ser tratada, com o par silêncio/música, com sua dramaticidade. Assim, a trilha musical, tocada ao vivo pelo grupo Craquelê, ao mesmo tempo que deixa mais evidente tais relações, ocupa um espaço por vezes amplo demais para aquele ambiente tão íntimo, sobretudo por sua eloqüência melódica. Parece ser mesmo no silêncio que Esther alcança momentos de exatidão, de justeza de seu pensamento coreográfico.</p>
<p class="p2">Neste espetáculo, a coreógrafa pela primeira vez não toma parte dançando, o que, com certeza, confere a seu trabalho um acabamento mais refinado, pela chance de ela estar de fora dele, esculpindo o espaço de modo tão delicado e ao mesmo tempo tão vigoroso. A partir disso, mesmo com maturidades tão diversas de seus cinco bailarinos, Esther vem conseguindo imprimir neles seu vocabulário de movimentos, fruto de anos de pesquisa. Claro, falta ainda amalgamá-lo naqueles corpos, naqueles movimentos, para que o todo dos bailarinos se torne orgânico como o todo do próprio espetáculo. Para tanto, nada melhor que o tempo: o corpo precisa aprender com calma o que é tecido ali em poeticidade. Por minha parte parece ser, então, apenas uma parte desse rico processo.</p>
<p><strong>Roberto Pereira</strong> </p>
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		<title>Crítica publicada no Jornal O Globo</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Jun 2005 19:48:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Minha Parte Crítica publicada no Jornal O Globo &#8211;  Segundo caderno &#8211; 12/06/2005 Visita musical a um certo Brasil, um &#8216;país imaginário. &#8220;Por minha parte&#8221;, a mais recente criação da Esther Weitzman Companhia de Dança, que encerra temporada hoje no Mezzanino do Espaço Sesc, deve ser entendida como um passo importante num caminho inaugurado [&#038;hellip]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h1 class="p1"><b>Por Minha Parte</b></h1>
<p class="p2"><strong>Crítica publicada no Jornal O Globo &#8211;  Segundo caderno &#8211; 12/06/2005</strong></p>
<p>Visita musical a um certo Brasil, um &#8216;país imaginário.</p>
<p class="p2">&#8220;Por minha parte&#8221;, a mais recente criação da Esther Weitzman Companhia de Dança, que encerra temporada hoje no Mezzanino do Espaço Sesc, deve ser entendida como um passo importante num caminho inaugurado em &#8220;Terras&#8221;, peça da coreógrafa de 1999. Assim como no anterior, nesse novo trabalho é a força do coletivo que constrói o terreno para a dança.</p>
<p class="p2">A coreógrafa se aproxima de um certo Brasil, um &#8220;país imaginário&#8221;, como ela explica no programa. A música vigorosa do Craquelê e os bonitos figurinos de Gerah Dias ajudam a construir a brasilidade que na dança se materializa. A coreógrafa estruturou o Mezzanino do Espaço Sesc (local destinado à dança) incorporado aos palcos da cidade no início do ano como uma arena. O chão, cor de terra, remete aos terreiros onde as danças populares acontecem. De qualquer lugar da platéia, o espectador vê a dança e, obrigatoriamente, o público. Essa escolha, em se tratando desse trabalho, ajuda a criar fricções entre a dança cênica em que palco e platéia se distinguem e as danças populares onde essa distinção não se coloca. O modo como os cinco bailarinos entram em cena sublinha esse aspecto: eles surgem de trás das arquibancas, se alinham a elas e ao público, para só depois ocuparem o centro da cena.</p>
<p class="p2">&#8220;Por minha parte&#8221; visita figuras de outras criações Em &#8220;Por minha parte&#8221;, Esther visita figuras e células coreográficas de suas criações anteriores. Desse modo, ela inscreve a nova criação numa trajetória marcada por memórias e recorrências. O uso do chão como superfície que atrai e acolhe o corpo inteiro, as batidas ritmadas de pés e mãos no chão, sacudindo a poeira, e os gestos que acariciam a terra retornam renovados nessa peça. O silêncio entrecortado pela regularidade da percussão do corpo no chão está ali, só que dessa vez dialogando com a música ao vivo do grupo Craquelê. A música ajuda a criar um recorte dentro da cena. Em alguns momentos, ela deixa de acompanhar a coreografia e ganha o primeiro plano, fazendo surgir uma dança diferente, mais fluida e mais simples, evocando novamente as danças populares brasileiras.</p>
<p class="p2">O reaparecimento de elementos já trabalhados em suas criações anteriores não significa, de modo algum, congelamento. Esther costura essas diversas referências a novos elementos com mãos sábias. Essas questões de fundo se oferecem como um fértil território onde a dança de Esther Weitzman se desenvolve e se renova.&#8221;</p>
<p><strong>Silvia Soter</strong></p>
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