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	<title>Esther Weitzman Companhia de Dança &#187; Imprensa</title>
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		<title>Crítica publicada no Jornal O Globo</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Aug 2014 20:01:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Jogo de Damas Crítica publicada no Segundo Caderno do Jornal O Globo. Clique na imagem para ler o artigo]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h1>Jogo de Damas</h1>
<p><a href="http://www.estherweitzman.com/wp-content/uploads/jogodedamas1.jpg"><img src="http://www.estherweitzman.com/wp-content/uploads/jogodedamas1-150x150.jpg" alt="jogodedamas1" class="alignleft wp-image-895 size-thumbnail" width="150" height="150" /></a>Crítica publicada no Segundo Caderno do Jornal O Globo. <strong>Clique na imagem para ler o artigo.</strong></p>
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		<title>Crítica publicada no Jornal O Globo</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Sep 2012 20:19:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Tempo do Meio  Crítica publica no Jornal O Globo. Clique na imagem para ler a matéria]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h1>O Tempo do Meio</h1>
<p><a href="http://www.estherweitzman.com/wp-content/uploads/tempodomeio1.jpg"></a> <br /><a href="http://www.estherweitzman.com/wp-content/uploads/tempodomeio-paginas.jpg"><img src="http://www.estherweitzman.com/wp-content/uploads/tempodomeio-paginas.jpg" alt="tempodomeio-paginas" class="alignleft size-full wp-image-951" /></a>Crítica publica no Jornal O Globo. <strong>Clique na imagem para ler a matéria.</strong></p>
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		<title>Crítica publicada no Jornal O Globo</title>
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		<pubDate>Sun, 17 May 2009 19:34:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Que Imagino Sobre a Morte Crítica publicada no Jornal O Globo, Segundo Caderno, 17/05/2009 “Em geral fortemente apoiada na música que se constrói do ritmo corporal, no sincrônico e no coletivo, a maior parte deste trabalho se estrutura em solos e em breves encontros entre os intérpretes. Numa primeira leitura, a presença de três [&#038;hellip]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h1 class="p1"><b>O Que Imagino Sobre a Morte</b></h1>
<p><strong>Crítica publicada no Jornal O Globo, Segundo Caderno, 17/05/2009</strong></p>
<p>“Em geral fortemente apoiada na música que se constrói do ritmo corporal, no sincrônico e no coletivo, a maior parte deste trabalho se estrutura em solos e em breves encontros entre os intérpretes. Numa primeira leitura, a presença de três intérpretes maduros coloca a questão das mudanças do tempo no próprio corpo que dança, impondo novos limites e qualidades. A densidade da presença de Paulo Marques assim como a tranqüilidade de Toni Rodrigues e de Esther Weitzman no palco são fruto da experiência. Velocidade e agilidade cedem lugar a uma dança econômica, apoiada quase o todo em pequenos gestos e expressões. 
<p class="p1">O duo da coreógrafa com Toni Rodrigues é um dos bonitos momentos da peça. A repetição de uma dança de casal, que ganha variações a cada vez, vai construindo a sensação de transformação e evidencia as lacunas que o tempo imprime na relação.</p>
<p><strong>Silvia Soter </strong></p>
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		<title>Crítica publicada no Jornal do Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Aug 2006 19:44:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pinzon17]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Territórios Crítica publicada no Jornal do Brasil &#8211; 11/08/2006 Territórios abertos para a expressão masculina. Oito bailarino. Oito homens. Oito territórios diferentes. É assim que a cena se constrói no novo trabalho da coreógrafa Esther Weitzman, Territórios, que cumpriu recente temporada no Teatro Nelson Rodrigues e no Espaço Cultural Sérgio Porto e agora está em [&#038;hellip]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h1 class="p1"><b>Territórios</b></h1>
<p class="p2"><strong>Crítica publicada no Jornal do Brasil &#8211; 11/08/2006</strong></p>
<p>Territórios abertos para a expressão masculina.</p>
<p class="p2">Oito bailarino. Oito homens. Oito territórios diferentes. É assim que a cena se constrói no novo trabalho da coreógrafa Esther Weitzman, Territórios, que cumpriu recente temporada no Teatro Nelson Rodrigues e no Espaço Cultural Sérgio Porto e agora está em cartaz no Centro Coreográfico. Uma dança estritamente masculina e ao mesmo tempo absolutamente contemporânea cria a oportunidade de se observar como o vigor do vocabulário de Esther encontra paradeiro seguro naqueles corpos.</p>
<p class="p2">Os bailarinos, especialmente convidados para esse trabalho, aceitaram o desafio de estarem juntos no palco, mas nunca construindo um corpo só, como o de baile, do balé, com o qual estamos acostumados. São corpos com histórias diversas, com musculaturas e qualidades cinéticas tão singulares que se ofertam como mapas de dança sempre plurais. Toda essa palheta de possibilidades físicas foi inteligentemente pensada pela coreógrafa, que administra maturidades (e, por isso, competências) diversas através do uso de uma idéia de tradição.</p>
<p class="p2">Isso pode ser visto logo no início, quando a brincadeira Escravis de Jó é trazida à cena. O sentido de responsabilidade para que o jogo dê certo, a partir de uma contribuição individual que aponta para o coletivo, já traça o rumo do espetáculo no caminho dessa tradição. As referências às danças de origem judaica, matéria-prima que vem sendo burilada por Esther desde Terras, seu espetáculo de 1999, ganham a dimensão do corpo masculino, fincando ainda mais o pé nesse sentido de tradição. Uma tradição de hoje, pulverizada, diversa, globalizada. Uma tradição contemporânea.</p>
<p class="p2">E disso resultam momentos muito especiais, como os que oferecem o privilégio de poder ver dançar um experiente Alexandre Franco, bailarino e coreógrafo que possui todo um pensamento de dança estruturado, ao lado do jovem, e excelente, Felipe Padilha. Dois lugares tão repletos de singularidades estão ali desvelados. Ou mesmo quando se pode ver a maturidade com que os bailarinos Marcellus Ferreira e Marcelo Lopes doam à cena sua parcela de história, de modo tão generoso.</p>
<p class="p2">Os territórios que se desvendam através da coreografia de Esther Weitzman estão ali ao mesmo tempo em estado bruto e em estado de prontidão. Os movimentos percussivos, os silêncios e as danças em conjunto, elementos que se tornaram sua marca, ganharam agora uma tradução vigorosa de corpos masculinos. E fomentam ainda mais a esperança de que esses territórios, sem perder sua tradição e sua história, um dia possam mesmo dividir um mesmo espaço. É disso que essa dança fala.</p>
<p><strong>Roberto Pereira </strong></p>
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		<title>Crítica publicada no site JB Online</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Jun 2005 19:46:38 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Minha Parte  Crítica publicada no site JB Online &#8211; 4/6/2005 Poético e orgânico &#8216;Por minha parte&#8217; envolve a platéia. A cor ocre que permeia a mais nova obra da coreógrafa carioca Esther Weitzman, Por minha parte, que estreou quinta-feira no Espaço Sesc, parece ser a senha para que se adentre no universo coreográfico que [&#038;hellip]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h1 class="p1"><b>Por Minha Parte</b></h1>
<p class="p2"><strong> Crítica publicada no site JB Online &#8211; 4/6/2005</strong></p>
<p>Poético e orgânico &#8216;Por minha parte&#8217; envolve a platéia.</p>
<p class="p2">A cor ocre que permeia a mais nova obra da coreógrafa carioca Esther Weitzman, Por minha parte, que estreou quinta-feira no Espaço Sesc, parece ser a senha para que se adentre no universo coreográfico que ali se organiza. Uma das mais fortes características da assinatura de Esther sempre foi a relação quase orgânica com o solo, acentuando poeticamente o peso dos corpos de seus bailarinos. Nesta obra, esse solo todo ocre é desvelado na inspiração da coreógrafa, a região Norte do Brasil, traduzida no cenário, no figurino e sobretudo no próprio movimento.</p>
<p class="p2">Nesse sentido, chama atenção a ambiência construída no mezanino do Espaço Sesc, sobretudo o piso rústico, de madeira, que, além de registrar rastros de suor dos bailarinos, ainda os encarde ao longo do espetáculo. Como a disposição das arquibancadas é em círculo e muito próxima, as manchas que vão se formando ali parecem misturar organicamente o público à dança, aproximados também com a delicadeza dos cochichos e dos abraços dos bailarinos. Uma intimidade e uma cumplicidade se arranjam num mesmo terreno, entre quem dança e quem assiste. Também o figurino, assinado por Gerah Diaz, permite que o ocre e o solo se traduzam em tecidos, também rústicos, como o algodão, mas sempre exatos em sua elegância de cores e texturas.</p>
<p class="p2">Mas é no movimento e em sua qualidade que Por minha parte se distingue. Existem lá continuidades da pesquisa a qual Esther Weitzman vem se dedicando, como sua relação com o peso, com o corpo que se move, deixando que o som desse mover seja matéria bruta a ser tratada, com o par silêncio/música, com sua dramaticidade. Assim, a trilha musical, tocada ao vivo pelo grupo Craquelê, ao mesmo tempo que deixa mais evidente tais relações, ocupa um espaço por vezes amplo demais para aquele ambiente tão íntimo, sobretudo por sua eloqüência melódica. Parece ser mesmo no silêncio que Esther alcança momentos de exatidão, de justeza de seu pensamento coreográfico.</p>
<p class="p2">Neste espetáculo, a coreógrafa pela primeira vez não toma parte dançando, o que, com certeza, confere a seu trabalho um acabamento mais refinado, pela chance de ela estar de fora dele, esculpindo o espaço de modo tão delicado e ao mesmo tempo tão vigoroso. A partir disso, mesmo com maturidades tão diversas de seus cinco bailarinos, Esther vem conseguindo imprimir neles seu vocabulário de movimentos, fruto de anos de pesquisa. Claro, falta ainda amalgamá-lo naqueles corpos, naqueles movimentos, para que o todo dos bailarinos se torne orgânico como o todo do próprio espetáculo. Para tanto, nada melhor que o tempo: o corpo precisa aprender com calma o que é tecido ali em poeticidade. Por minha parte parece ser, então, apenas uma parte desse rico processo.</p>
<p><strong>Roberto Pereira</strong> </p>
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		<title>Crítica publicada no Jornal O Globo</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Jun 2005 19:48:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pinzon17]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Minha Parte Crítica publicada no Jornal O Globo &#8211;  Segundo caderno &#8211; 12/06/2005 Visita musical a um certo Brasil, um &#8216;país imaginário. &#8220;Por minha parte&#8221;, a mais recente criação da Esther Weitzman Companhia de Dança, que encerra temporada hoje no Mezzanino do Espaço Sesc, deve ser entendida como um passo importante num caminho inaugurado [&#038;hellip]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h1 class="p1"><b>Por Minha Parte</b></h1>
<p class="p2"><strong>Crítica publicada no Jornal O Globo &#8211;  Segundo caderno &#8211; 12/06/2005</strong></p>
<p>Visita musical a um certo Brasil, um &#8216;país imaginário.</p>
<p class="p2">&#8220;Por minha parte&#8221;, a mais recente criação da Esther Weitzman Companhia de Dança, que encerra temporada hoje no Mezzanino do Espaço Sesc, deve ser entendida como um passo importante num caminho inaugurado em &#8220;Terras&#8221;, peça da coreógrafa de 1999. Assim como no anterior, nesse novo trabalho é a força do coletivo que constrói o terreno para a dança.</p>
<p class="p2">A coreógrafa se aproxima de um certo Brasil, um &#8220;país imaginário&#8221;, como ela explica no programa. A música vigorosa do Craquelê e os bonitos figurinos de Gerah Dias ajudam a construir a brasilidade que na dança se materializa. A coreógrafa estruturou o Mezzanino do Espaço Sesc (local destinado à dança) incorporado aos palcos da cidade no início do ano como uma arena. O chão, cor de terra, remete aos terreiros onde as danças populares acontecem. De qualquer lugar da platéia, o espectador vê a dança e, obrigatoriamente, o público. Essa escolha, em se tratando desse trabalho, ajuda a criar fricções entre a dança cênica em que palco e platéia se distinguem e as danças populares onde essa distinção não se coloca. O modo como os cinco bailarinos entram em cena sublinha esse aspecto: eles surgem de trás das arquibancas, se alinham a elas e ao público, para só depois ocuparem o centro da cena.</p>
<p class="p2">&#8220;Por minha parte&#8221; visita figuras de outras criações Em &#8220;Por minha parte&#8221;, Esther visita figuras e células coreográficas de suas criações anteriores. Desse modo, ela inscreve a nova criação numa trajetória marcada por memórias e recorrências. O uso do chão como superfície que atrai e acolhe o corpo inteiro, as batidas ritmadas de pés e mãos no chão, sacudindo a poeira, e os gestos que acariciam a terra retornam renovados nessa peça. O silêncio entrecortado pela regularidade da percussão do corpo no chão está ali, só que dessa vez dialogando com a música ao vivo do grupo Craquelê. A música ajuda a criar um recorte dentro da cena. Em alguns momentos, ela deixa de acompanhar a coreografia e ganha o primeiro plano, fazendo surgir uma dança diferente, mais fluida e mais simples, evocando novamente as danças populares brasileiras.</p>
<p class="p2">O reaparecimento de elementos já trabalhados em suas criações anteriores não significa, de modo algum, congelamento. Esther costura essas diversas referências a novos elementos com mãos sábias. Essas questões de fundo se oferecem como um fértil território onde a dança de Esther Weitzman se desenvolve e se renova.&#8221;</p>
<p><strong>Silvia Soter</strong></p>
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		<title>Crítica de Beatriz Cerbino</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Mar 2005 19:58:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pinzon17]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sonoridades Aproximar a palavra escrita de Clarice Lispector ao vocabulário da dança poderia ser o objetivo principal de Sonoridades, e o que Esther Weitzman Cia de Dança faz com total competência. No entanto, e mais importante, ela vai além disso. Assim como Clarice Lispector impunha força na delicadeza de suas palavras, Esther Weitzman encontrou o [&#038;hellip]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h1 class="p1"><b>Sonoridades</b></h1>
<p class="p2">Aproximar a palavra escrita de Clarice Lispector ao vocabulário da dança poderia ser o objetivo principal de Sonoridades, e o que Esther Weitzman Cia de Dança faz com total competência. No entanto, e mais importante, ela vai além disso. Assim como Clarice Lispector impunha força na delicadeza de suas palavras, Esther Weitzman encontrou o caminho da leveza no peso de sua escrita no espaço. Ao buscar no corpo a natureza de suas próprias palavras, Esther Weitzman apresenta um valioso avanço em seu vocabulário coreográfico, apontando o amadurecimento de uma sintaxe que agora se apresenta mais rica, tornando cada vez mais reconhecível sua assinatura nos corpos que a acompanham neste movimento de criação.</p>
<p><strong>Beatriz Cerbino &#8211; Crítica e Pesquisadora de Dança</strong></p>
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		<title>Crítica publicada no Jornal O Globo</title>
		<link>http://www.estherweitzman.com/jornal-o-globo-silvia-soter-01111999/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Nov 1999 19:04:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pinzon17]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Terras Crítica publicada no Jornal O Globo - 01/11/1999 &#8220;O exílio está no centro de TERRAS, de Esther Weitzman. A coreógrafa apóia sua obra em um forte sentido de conjunto e respiração. Os deslocamentos do grupo ganham sentido de território itinerante enquanto elementos individuais se afastam e se aproximam. Esther tem, no aproveitando do espaço, o [&#038;hellip]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h1 class="p1">Terras</h1>
<p><strong>Crítica publicada no Jornal O Globo - 01/11/1999</strong></p>
<p>&#8220;O exílio está no centro de TERRAS, de Esther Weitzman. A coreógrafa apóia sua obra em um forte sentido de conjunto e respiração. Os deslocamentos do grupo ganham sentido de território itinerante enquanto elementos individuais se afastam e se aproximam. Esther tem, no aproveitando do espaço, o ponto forte deste trabalho, (&#8230;)&#8221;.</p>
<p><strong>Silvia Soter </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Crítica de Valéria Cano Bravi</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Aug 2000 15:30:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pinzon17]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Terras &#8220;(…) A trajetória profissional de Esther não apresenta um sistema técnico formal único, porém, em seu modus operandi, é possível reconhecer uma materialidade física intensamente expressiva, com a capacidade de processar sínteses corporais de autoria própria.(…)&#8221;  Valéria Cano Bravi - Curadora Rumos Itaú Cultural Dança ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h1>Terras</h1>
<p><i style="color: #666666;"><br /><span style="color: #000000;">&#8220;(…) A trajetória profissional de Esther não apresenta um sistema técnico formal único, porém, em seu modus operandi, é possível reconhecer uma materialidade física intensamente expressiva, com a capacidade de processar sínteses corporais de autoria própria.(…)&#8221; </span></p>
<p>Valéria Cano Bravi -<span style="color: #000000;"> Curadora Rumos Itaú Cultural Dança 2001</span><br /></i></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jornal do Brasil &#8211; Nayse López</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Dec 2000 20:30:32 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;(…) pesquisa de movimentos séria e clareza sobre os temas que quer abordar fazem a diferença entre a criação coreográfica e repetição de fórmulas gastas.(…) O programa reunindo as duas coreografias é eficiente ao criar um pequeno universo de gentes em movimento pela Terra, especialmente mulheres obrigadas a escolhas de direção e ritmo constantes, mas [&#038;hellip]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">&#8220;(…) pesquisa de movimentos séria e clareza sobre os temas que quer abordar fazem a diferença entre a criação coreográfica e repetição de fórmulas gastas.(…) O programa reunindo as duas coreografias é eficiente ao criar um pequeno universo de gentes em movimento pela Terra, especialmente mulheres obrigadas a escolhas de direção e ritmo constantes, mas cujos pequenos gestos ainda lembram a feitura do pão e a maternidade . O imaginário judaico serve apenas como base para falar do exílio e, nesse sentido, fala também dos sem-terra brasileiros, dos palestinos e de todos obrigados ao deslocamento.(…)&#8221;.</p>
<p><strong>Jornal do Brasil &#8211; Nayse López &#8211; 16/12/00  </strong></p>
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