Published on janeiro 30th, 2015 | by esther
0436 - Gávea, Rio de Janeiro - RJ, 22470-070
Brasil
Dança e Criação – Um sopro de ideias
A comunicação do movimento dentro de um contexto contemporâneo, procurando a dinâmica e a percepção do momento presente. Este trabalho está conectado a construção da qualidade do movimento, potencializando a criação da dança singular de cada indivíduo.
Objetivo :
Proporcionar um vasto material de informações que potenciaLize um caminho embrionário de pesquisa de linguagem. Expandir e ampliar as possibilidades expressivas pertinentes aos elementos de um projeto artístico.
Dias 7 e 8 de Fevereiro das 10h as 13h
valor|:R$ 200,00
Público alvo: estudantes de dança e teatro, profissionais, criadores e pesquisadores
Vagas limitadas
Inscrição até o dia 5 de fevereiro pelo e-mail : weitzmandanca@gmail.com
Esther Weitzman é especialista em Arte e Filosofia (PUC/RJ, 2006) e, formada em dança pela Escola Angel Vianna. Atualmente, integra o corpo docente do Curso de Licenciatura em Dança e do Curso de Teatro da UCAM. Também é professora de dança contemporânea na PUC/RJ. Em 1999, criou a Esther Weitzman Companhia de Dança (www.estherweitzman.com) firmando-se como coreógrafa no cenário da dança brasileira.
Fundou, em 1992, o Studio Casa de Pedra – Centro de Educação e Arte do Movimento
Criar. Dançar. Formar.
Não necessariamente nessa ordem, estes são os motores da trajetória de Esther Weitzman. Um caminho que vem sendo traçado a partir de uma intensa e produtiva curiosidade sobre o corpo e seu movimento.
Aiar à criação artística a atividade didática tem sido a chave da carreira de Esther Weitzman. Um caminho que vem sendo construído por meio de uma intensa e profícua dedicação à pesquisa do movimento do corpo humano. Conseqüentemente, seu trabalho como criadora está intimamente ligado a esta pesquisa, imprimindo em suas obras uma qualidade dramatúrgica em que o vigor do movimento, sua força e inscrição no espaço dialogam com o silêncio, com a pausa, criando uma linguagem em que o peso do corpo estabelece sua própria partitura. O ofício de coreografar, para Esther, é resultado, portanto, de um processo que busca no corpo suas diferentes dinâmicas, tendo no vigor físico um de seus principais aspectos.